segunda-feira, 19 de outubro de 2009

"Pesquisa revela que 87% da comunidade escolar tem preconceito contra homossexuais"


Essa reportágem apresenta dados e opiniões públicas colhidos pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, sobre a postura homofóbica adotada por uma maioria esmagadora dos que fazem parte da comunidade escolar, além de abordar e alistar tópicos expositivos de algumas das conseqüências de tal preconceito que é enfrentado diariamente por aqueles que possuem uma orientação sexual diferenciada do que é aceita como "normal".

Os tópicos abordados são bastante interessantes dentre eles estão os seguintes:


Esse vídeo é uma pequena demonstração das conseqüências da homofobia em escolas, lugares conhecidos como centros de conhecimento e que mesmo assim não conseguem manter longe a ignorância que gera preconceitos e sofrimentos psíquicos, por vezes, tão graves que levam ao suicídio e a demais atitudes auto destrutivas.



COMO NÃO CONSEGUI POSTAR O VÍDEO EM TELA ACESSEM PELO LINK ABAIXO, A MESMA COISA, BASTA COPIÁ-LO E COLÁ-LO NO NAVEGADOR.

LINK DO YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=E4sPwhPJBi0

Fontes Pesquisadas: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/07/24/ult105u8411.jhtm; http://www.youtube.com/watch?v=E4sPwhPJBi0.
Data: 19/10/2009
Horário: 21:32

TÓPICO: PALAVRAS ENGATILHADAS

Diante de situações como a apresentada, que ocorrem a muito mais tempo do que se imagina e diariamente, por que a psicologia ainda se limita, até onde tenho conhecimento e bastar tentarem efetuar uma pesquisa a respeito para verem que não estou mentindo, a pesquisas marcadas por teorias cerceadas pelo preconceito cultural e pelas tipificações normóticas, propondo estudos que não levam a nada aplicável ou próximo de um estudo concreto sobre a temática? Como ciência que tem por objeto de estudo o que compõem o humano, não seria a orientação sexual e seu impacto social e privado, um dos tópicos a ser estudado com seriedade e imparcialidade científica? Fica o alerta e o incentivo a reflexão aos discentes e aos profissionais da área psicológica a fazerem uso da função social que se espera da nossa atuação, para criarmos conhecimento que auxilie os que enfrentam de alguma forma, os sofrimentos psíquicos advindos de uma orientação sexual diferenciada, sem que esses indivíduos tenham que se aceitarem como doentes ou portadores de alguma anormalidade mental.


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